domingo, 31 de maio de 2009

A Nova Ordem Mundial(De novo)

E é com um exercício de pensamento que eu tiro a virgindade do JAW.

O mundo é e sempre foi uma grande bagunça de estados.

Vale notar, para facilitar a compreensão do que digo aqui, que estou sendo muito abrangente com o uso da palavra ‘Estado’. Eu me refiro a estados formais e informais, de todas as formas de “cracias” – Democracias, teocracias, porradacracias, etc. Também me refiro a estados que possuem ou não legitimidade. Eu realmente estou falando de qualquer grupo de pessoas com relevância numérica pra constituir uma sociedade, comunidade, ou grupo com voz.

O ser humano é um animal social, como já dizia Aristóteles. Mas isso não significa que essa sociabilidade que faz nós buscarmos a companhia um do outro - e transformar nosso nicho habitacional em um estado – seja algo absoluto.

É absoluto, sim, como um conceito, mas não como uma forma de medida da civilização.
A minha pergunta aqui é: Esses estados, tão absurdamente diversos em todos os aspectos, coexistindo na mesma área temporal seriam uma coisa boa ou uma coisa ruim para o desenvolvimento do bicho-homem?

Deixe-me ver o que eu penso sobre isso.

Poderia ser algo positivo, partindo da velha premissa evolucionista de que ‘a diversidade faz a força’. Com tantas formas diferentes de governo (novamente termo abrangente) acontecendo no mundo ao mesmo tempo, estamos passando por experimentações sociais muito grandes, nas quais um estado poder aprender não só com os próprios erros e acertos, mas também com os erros e acertos alheios. Quando acontece algum grande problema, as formas de governo que são mais aptas sobrevivem, enquanto as que não estão preparadas se transformam em outra coisa – mais uma vez alimentando a diversidade.

E também poderia ser algo negativo. Afinal de contas a coexistência de centenas de estados, cada um sendo gerido de uma forma independente (estou falando em um contexto político, não econômico), acaba causando inúmeros prejuízos para a humanidade como um todo. Limitações nos termos de pesquisa, de distribuição de verba, de condições sociais, de possibilidades de apoio e suporte à regiões menos favorecidas e, é claro, o maior vilão de todos: a guerra. Em um planeta sem fronteiras, tudo poderia ser administrado de forma a suprir as necessidades de todos e distribuir os recursos da melhor forma possível.


Acho, que por mais evolucionista que eu seja, a idéia de um planeta sem fronteiras (se atingido da forma correta, é claro) me parece muito tentadora. Eu consigo imaginar uma humanidade sob a administração de um único estado. Não é tão difícil: tente visualizar uma ONU sem corrupção ou favoritismos, que envolva todos os países do globo, e que todos esses países sejam governados da mesmíssima maneira. Nada de monarquia na Inglaterra e teocracia em alguma tribo da Amazônia, mas sim uma unidade que possibilitaria uma gestão justa e interativa.

Veja bem, eu não estou sugerindo que as culturas, tradições ou liberdades se percam – longe disso. Como eu mencionei lá em cima, eu me refiro à uma ‘Pangea Estatal” que seja atingida pacificamente através de meios justos e democráticos. Qual é o sentido de transformar Israel e Palestina em um único estado, se os dois povos ainda se odeiam? O lance (Sim, estou imaginando um futuro onde a humanidade é madura e deu certo) é que com todo mundo do mesmo lado, o progresso atinja a todos, em todos os aspectos da vida.

Com isso dito, ainda vivemos em um mundo onde existem 203 estados que são reconhecidos como “Nações Soberanas”. Existem dúzias e dúzias de formas diferentes de governo rolando ao mesmo tempo, distribuídas entre essas 203 nações. Se isso é bom ou ruim, é uma questão de opinião.

E você? Qual é a sua opinião?
“Força na Diversidade” ou “Força na União”? – Deixe um comentário dizendo!



Para finalizar, deixo aqui o presente do dia: Um link para um vídeo musical que tem tudo a ver com o tema estudado aqui. É uma música de Tom Lehrer, um professor de matemática americano que escreveu essa música sobre a bomba atômica, na época da corrida nuclear durante a guerra fria:

Tom Lehrer - Who's Next

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Descabaçando

20 de maio de 2009 – Essa é a data que contempla a primeira postagem do meu novo Web Log.

A proposta, aqui, é simples: Reescrever notícias sem ter o rabo preso com ninguém.
Não ficou claro? Eu explico.

Os grandes veículos e repórteres de renome têm muito a perder, caso publiquem uma matéria com uma verdade desagradável, uma opinião contundente ou até mesmo com uma perspectiva diferente da dos seus patrões.

Não apenas isso – às vezes, as matérias simplesmente não têm espaço (ou tempo) o bastante para dar todas as informações necessárias nas notícias, o que às vezes pode deixar os leitores meio perdidos.

Finalmente, também escreverei com uma linguagem mais simples e objetiva. É claro que a redação rebuscada tem o seu valor – mas vamos dar atenção ao conteúdo, uh? Afinal de contas estilo sem substância não vale de nada.

Até mais tarde, quando vou fazer o upload da primeira notícia e tirar a virgindade do JAW.